Deixámos cair o mundo no vazio,
O que tinha sentido no sem sentido
E ficámos a ver-nos perder-nos
Neste aspecto de alma esquisito
Estou perdida, estás perdido
Perdidos ficaremos sem piso
O teu universo vai cair
A minha sorte vai acabar
Estes tormentos vão explodir
A estas lutas não vamos ripostar
Estou de rastos, estás de rastos
De rastos ficaremos sem descobrir
Deixemos que as chamas queimem a multidão
Que a água inunde os mundos todos
Queremos ficar sem poder de perdão
Neste lugar de gentes podres
Não te deixo em paz, não me deixas em paz
Em paz ficaremos na solidão
Não sejamos consumistas,
Eu consumo-te, tu consomes-me
Não sejamos conformistas
Não me conformo, não te conformes
Vamos ser pára-quedistas
Eu atiro-me, tu atiras-te
Não me perco, não me perco
Devagar eu chego ao chão
Pelo meu caminho certo
E o teu pára-quedas na mão!
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