quinta-feira, 28 de maio de 2009

The Frame in My Eyes



"You’re going down a path I can’t follow"

«The words hang loose in my mind. I was looking for something. A picture that could match such sentence.

Maybe someone. Turning. Face down, toward a spot on the floor by the left. Lashes parted, but sadly.

Sadness... Another word whispered, weighting.

The eyes haunted, vacant, focusing on a path beyond the frame, unpredictable, unexpected. A difficult path ahead, unwanted.

Someone serious, somber, sad. Turning to a dark path that cannot be followed.

A woman, her purpose, the darkness of her future. Then, a light, a purple glint reflected on her forehead and eyes, haunting. Its source far in the distance, not in the frame.

The frame. A picture taken by someone else’s eyes. To keep, to treasure.

Betrayal. A breaking feeling on the stranger’s heart. But also… understanding and loss.

Silence, a moment captured in silence.

The picture was silent, they always are.The woman. Someone, turning. »

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Eu e Tu, Tu e Eu, Nós os Dois

Deixámos cair o mundo no vazio,
O que tinha sentido no sem sentido
E ficámos a ver-nos perder-nos
Neste aspecto de alma esquisito

Estou perdida, estás perdido
Perdidos ficaremos sem piso

O teu universo vai cair
A minha sorte vai acabar
Estes tormentos vão explodir
A estas lutas não vamos ripostar

Estou de rastos, estás de rastos
De rastos ficaremos sem descobrir

Deixemos que as chamas queimem a multidão
Que a água inunde os mundos todos
Queremos ficar sem poder de perdão
Neste lugar de gentes podres

Não te deixo em paz, não me deixas em paz
Em paz ficaremos na solidão

Não sejamos consumistas,
Eu consumo-te, tu consomes-me
Não sejamos conformistas
Não me conformo, não te conformes
Vamos ser pára-quedistas
Eu atiro-me, tu atiras-te

Não me perco, não me perco
Devagar eu chego ao chão
Pelo meu caminho certo
E o teu pára-quedas na mão!

Analogia de “O João e o Lobo” ao “FIM”

(...)

Vamos inverter a história, ou conta-la de outra maneira. O João (alguém realmente implicado na coisa) escapou ao Lobo(Fim) e, feito esperto, resolveu trocar de cidade (fez ele bem). Mas agora não passa de um louco com um qualquer pavor em dizer: “O Lobo vem lá!!” (se calhar apercebeu-se que já ninguém acredita, ou tem mesmo medo, com o João é difícil de perceber), o engraçado é que, na nova cidade embora ninguém o conheça, conhecem o Lobo. Então o João ao ver o Lobo foge, foge… agora o João está sempre a fugir e quando lhe perguntam: “E o Lobo?!” o João responde: “Quê? Que Lobo?! Nada disso.” E inventa uma qualquer história, diz que quer sair dali por uma outra razão incontestável, ou simplesmente deixa a cidade por um qualquer pretexto, ou melhor, sem qualquer pretexto. E cala-se.

(...)


não é para perceberem de todo... é para rir, para lerem tudo cmpleto perdir a Cpt LaFay