There was a Captain
Who killed her crew
The dead inhabitant
Of “James the Fool”
She thought she could
Put out in words
The way she felt
Hearing their roars
But
As they dragged her off her cove
She yelled she might
Rip off their toes
But
They imprisoned the Lady ruler
And took the ship
As it was cooler
And
In the dark she took her mark
On what had been
Much mischievous from the start
If she escaped
She’d be the bait
Of her own game,
They would forfeit
And
So she fought until she roughed
Until she sought
Who’d had her locked
And
They confronted her with hatred
With guns and powder
All that she’d gave them
But
Cruel was that lady Captain
She wouldn’t dare loose
Her Leviathan
So then the Lady
Chopped off their heads
Like they were mice
Instead of bears
And quick they died
The entire crew
Those that once fled
With “James the Fool”
quarta-feira, 15 de julho de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
The Frame in My Eyes
"You’re going down a path I can’t follow"
«The words hang loose in my mind. I was looking for something. A picture that could match such sentence.
Maybe someone. Turning. Face down, toward a spot on the floor by the left. Lashes parted, but sadly.
Sadness... Another word whispered, weighting.
The eyes haunted, vacant, focusing on a path beyond the frame, unpredictable, unexpected. A difficult path ahead, unwanted.
Someone serious, somber, sad. Turning to a dark path that cannot be followed.
A woman, her purpose, the darkness of her future. Then, a light, a purple glint reflected on her forehead and eyes, haunting. Its source far in the distance, not in the frame.
The frame. A picture taken by someone else’s eyes. To keep, to treasure.
Betrayal. A breaking feeling on the stranger’s heart. But also… understanding and loss.
Silence, a moment captured in silence.
The picture was silent, they always are.The woman. Someone, turning. »
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Eu e Tu, Tu e Eu, Nós os Dois
Deixámos cair o mundo no vazio,
O que tinha sentido no sem sentido
E ficámos a ver-nos perder-nos
Neste aspecto de alma esquisito
Estou perdida, estás perdido
Perdidos ficaremos sem piso
O teu universo vai cair
A minha sorte vai acabar
Estes tormentos vão explodir
A estas lutas não vamos ripostar
Estou de rastos, estás de rastos
De rastos ficaremos sem descobrir
Deixemos que as chamas queimem a multidão
Que a água inunde os mundos todos
Queremos ficar sem poder de perdão
Neste lugar de gentes podres
Não te deixo em paz, não me deixas em paz
Em paz ficaremos na solidão
Não sejamos consumistas,
Eu consumo-te, tu consomes-me
Não sejamos conformistas
Não me conformo, não te conformes
Vamos ser pára-quedistas
Eu atiro-me, tu atiras-te
Não me perco, não me perco
Devagar eu chego ao chão
Pelo meu caminho certo
E o teu pára-quedas na mão!
O que tinha sentido no sem sentido
E ficámos a ver-nos perder-nos
Neste aspecto de alma esquisito
Estou perdida, estás perdido
Perdidos ficaremos sem piso
O teu universo vai cair
A minha sorte vai acabar
Estes tormentos vão explodir
A estas lutas não vamos ripostar
Estou de rastos, estás de rastos
De rastos ficaremos sem descobrir
Deixemos que as chamas queimem a multidão
Que a água inunde os mundos todos
Queremos ficar sem poder de perdão
Neste lugar de gentes podres
Não te deixo em paz, não me deixas em paz
Em paz ficaremos na solidão
Não sejamos consumistas,
Eu consumo-te, tu consomes-me
Não sejamos conformistas
Não me conformo, não te conformes
Vamos ser pára-quedistas
Eu atiro-me, tu atiras-te
Não me perco, não me perco
Devagar eu chego ao chão
Pelo meu caminho certo
E o teu pára-quedas na mão!
Analogia de “O João e o Lobo” ao “FIM”
(...)
(...)
não é para perceberem de todo... é para rir, para lerem tudo cmpleto perdir a Cpt LaFay
Vamos inverter a história, ou conta-la de outra maneira. O João (alguém realmente implicado na coisa) escapou ao Lobo(Fim) e, feito esperto, resolveu trocar de cidade (fez ele bem). Mas agora não passa de um louco com um qualquer pavor em dizer: “O Lobo vem lá!!” (se calhar apercebeu-se que já ninguém acredita, ou tem mesmo medo, com o João é difícil de perceber), o engraçado é que, na nova cidade embora ninguém o conheça, conhecem o Lobo. Então o João ao ver o Lobo foge, foge… agora o João está sempre a fugir e quando lhe perguntam: “E o Lobo?!” o João responde: “Quê? Que Lobo?! Nada disso.” E inventa uma qualquer história, diz que quer sair dali por uma outra razão incontestável, ou simplesmente deixa a cidade por um qualquer pretexto, ou melhor, sem qualquer pretexto. E cala-se.
(...)
não é para perceberem de todo... é para rir, para lerem tudo cmpleto perdir a Cpt LaFay
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